quinta-feira, março 17, 2005

 

2º Ponto de situação

A baixa-shiatsu tem uma média de 46 visitas por dia, ultrapassou as 600 desde o dia 3 de Março e só ontem deve ter tido perto de 90 visitas.

Estou contente (é claro que estou contente) e assumo-me como ingénuo ao ponto de não querer perceber que nem é assim tanto, como já me disseram.

Mas a questão é que nada fazia prever que eu conseguisse enganar mais de 10 pessoas, e durante tanto tempo. Nem que eu próprio tivesse a paciência necessária para não deixar a coisa em auto-gestão.

E a baixa-shiatsu cá está, sem grandes correrias, postando sempre que pode e tem. É claro que vou divulgando o blogue sempre que me lembro. Não estou serenamente à espera dos leitores. Nem das leitoras…

Vou tentando (às vezes sei que não consigo) postar alguma coisa que valha a pena. Para isso, tento não cair no erro de me debruçar sobre o meu umbigo e o meu pequeno mundo. Nos dias em que não saio de casa, ou nos dias em que não compro o jornal, dificilmente tenho alguma para dizer.

Por isso, aprendo a estar mais atento ao que se vai passando por aí. É um esforço delicioso, este de roubar assunto à cidade, ao mundo. Lisboa faz-me mais sentido agora.

Tenho os meus ídolos na blogosfera, e tenho os meus amigos, e tenho o meu irmão (essencial à baixa-shiatsu, é o bombeiro dos quase incêndios que por aqui vão tentando deflagrar, sem ele este bairro já tinha ardido à semelhança do outro, o Chiado). E todos eles, mais aqueles que vou descobrindo, vão sendo os inspiradores deste meu.

Mas não me iludo, este suporte é limitado e não interessa. Não somos pessoas mais interessantes e sofisticadas por termos blogue, ou pior, por termos um blogue carregadinho de leitores.

Como escreve o responsável pelo blogue Ideiateca de Bagdad: “não me parece que haja alguma coisa a dizer. Na blogosfera, vales pelo teu último post...”

Ou nem isso…

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