quarta-feira, junho 22, 2005
Esparsos de cadernos antigos
1.
“Estás demasiado dentro das coisas para conseguir escrever sobre elas”.
Isto dizia-me o JP em pleno il café di Roma [!] onde fomos às cervejas com f. Campo de Ourique tinha já quatro ou cinco horas de noite em cima e eu estava demasiado dentro das coisas para conseguir escrever sobre elas.
2.
Agradecer ao Jorge de Sena por ter escrito aqueles Sinais de Fogo que li entre Almeirim, Lisboa, Santo Tirso, Porto, Matosinhos, com chuva dentro e fora de mim.
Que bom um romance livre, brutal, certeiro. Mas um romance não se agradece, ou a única maneira de o fazer é dedicar-lhe todas as noites de “insónia” que foram necessárias para o devorar.
“Estás demasiado dentro das coisas para conseguir escrever sobre elas”.
Isto dizia-me o JP em pleno il café di Roma [!] onde fomos às cervejas com f. Campo de Ourique tinha já quatro ou cinco horas de noite em cima e eu estava demasiado dentro das coisas para conseguir escrever sobre elas.
2.
Agradecer ao Jorge de Sena por ter escrito aqueles Sinais de Fogo que li entre Almeirim, Lisboa, Santo Tirso, Porto, Matosinhos, com chuva dentro e fora de mim.
Que bom um romance livre, brutal, certeiro. Mas um romance não se agradece, ou a única maneira de o fazer é dedicar-lhe todas as noites de “insónia” que foram necessárias para o devorar.