quinta-feira, junho 23, 2005

 

Poema

o corpo
doente
a fome da pele do corpo que
adoece em cada estrela do caminho
na formatura das palavras
que entram que se lançam
o corpo adoecido de caminho
inchado de ar doente
ao ar doente da tarde
ao sol doente da estrada
ao largo
onde se constrói
o tempo
onde no corpo
se tatua a doença
porque a noite

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