domingo, julho 17, 2005

 

Onírico ma non troppo

Era no sonho. Havia um escritor (era o Nuno Bragança, mas podia ser outro - português [?]) e esse escritor tinha acabado de escrever um livro. Na verdade tinha escrito três versões de um livro: a mesma história adaptada a adultos, jovens e crianças. Eu tinha visto as três capas publicadas, e o título, também ele, era ajustado às várias idades. Abri no sonho as primeiras páginas do texto dos adultos e chamava-se (pude salvar o título porque foi a primeira coisa que escrevi quando acordei) BONCHA CON TAMBLEQUES. Pelo menos foi isso que escrevi meio ensonado, quando, nesse limbo em que estamos quando se acorda, as coisas do sonho fazem todo o sentido. Li a primeira página desse texto (lá dentro do sonho) e... era lindo! É claro que não consigo lembrar-me o que era e o que dizia, mas era muito bom. Acontece que ao acordar e ao tomar tino, a segunda coisa que fiz foi procurar em dicionários se existia tal coisa. Pareceu-me, no início, que tal coisa fizesse parte de algum dialecto africano, um crioulo. E estive o dia todo nisso até fazer uma pequena (e rápida) pesquisa google já pela noite. Até agora descobri, para BONCHA, isto: http://etimologias.dechile.net/?boncha
E, para TAMBLEQUES, qualquer coisa que veio dar aqui: http://www.interreal-panama.com/bol200409/material.htm

Aos leitores peço que me ajudem. Não é em vão que partilho esta estranha ocorrência. Além disso, estou levemente assustado por haver resposta para isto num motor de busca...

Convém dizer que não sei o suficiente de castelhano para chegar a tanto, ou a tão pouco...

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