segunda-feira, outubro 17, 2005

 

Guanabara kaput

Consta-me que terá fechado o primeiro Raro Café de Lisboa – o Guanabara. Segundo a fonte, já valeu a pena aquela Série, ou todo o blogue. Estou, no momento em que escrevo, num outro Raro de Lisboa, de seu nome Bar Venezuela (Coelho da Rocha 91 B). Aqui, a conversa entre o dono João e os habituais, é o recente aperto da fiscalização da Câmara que tem vindo a apontar dezenas de erros no alto-a-baixo do Café. É normal, é um Café antigo e à maneira, claro que devia ter duas casas de banho e um armazém como deve de ser para as bebidas e outros produtos em stock… sei lá o quê mais. O que vai acontecer em breve, adivinho, é este fantástico Venezuela ir também ele pelos ares. É pena. Por causa das questões higiénicas, pedi logo uma imperial e uma sandes de queijo. Faço aqui um apelo: a quem gostar de poemas sumários de tascas de Lisboa e de passar uma boa tarde imperialista, a vir dizer adeus a estes Raríssimos que eu vou referindo aqui e a outros que pontilham por essa cidade e em que eu, lamentavelmente, poderei nunca vir a entrar (que a minha vida não é só isto).

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